domingo, 30 de novembro de 2008

8° Semiário Internacional de Projetos - Parte I I

Método da corrente crítica

Primeiro dia da palestra. Muitas pessoas - a maioria PMP. Auditório lotado e até que começa a palestra.
Pulmão, é a palavra que mais define o método de corrente crítica, mas vamos ao que interessa.
Vamos começar com uma pergunta bem simples: Qual é a função de um GP em relação aos projetos da casa? Podemos responder de uma forma defensora, mas vamos ser sinceros. Nossa principal função é transformar os projetos em lucro.
Minha análise parece ser um pouco forte, mas não é. Isso discutimos na palestra. Agora você pode estar se perguntando: onde está sendo abordado a corrente crítica neste post.
Então vamos lá... A corrente crítica por muitos gurus é considerada o pulmão do projeto, sendo que o coração são os colaboradores. Porém são poucas pessoas que conseguem visualizar este método como parte importantíssima em um projeto.
Vamos pensar assim: se estamos nos afogando, qual é o nosso primeiro pensamento? Não é chegar à superfície para conseguirmos o ar! Então com um projeto é a mesma coisa. Quando percebemos que todos os recursos estão super-alocados e o prazo está para estourar o que devemos fazer? Temos duas alternativas sempre em mente:

  1. Fazer um crashing
  2. Ou transformar o projeto em 2 fases.

Qual delas é a mais importante: depende da sua necessidade. O método de corrente crítica tem como premissa a estratégia e a tática (estes itens são mais visíveis em escritórios que trabalham com projeto).
O mais importante é entender que o "Critical Chain" nasce de uma necessidade de fazer o melhor para atingir assim os objetivos do projeto.
Cumprir as promessas e entregar um projeto no prazo, são um dos fatores que devem fazer parte do nosso dia-a-dia. É isso que a corrente critica nos ensina, que temos que cuidar do nosso pulmão para que ele respire tranquïlamente e para que nossos corações tenham os batimentos no ritmo sem cargas excedentes.
Se conseguirmos entender a essência, iremos entender o quão importante de se estudar - que particularmente gosto - a corrente crítica que muitas vezes salvam nosso projeto de um afogamento.
Fico por aqui. No próximo post continuo com os ensinamentos de acordo com o meu ponto de vista.

[ ]´s e bjos

obs: corrente crítica não é gerência de tempo.

sábado, 29 de novembro de 2008

8° Semiário Internacional de Projetos - Parte I

Como prometido, reservei um tempinho para falar um pouco do que aconteceu no 8° Semiário Internacional de Projetos que foi realizado no Frei Caneca.
Uma experiência única, pois conheci colegas de trabalho de diversas áreas que me mostraram como este "mundo" de gerenciar é um eterno aprendizado.
Quero agradecer a duas pessoas. Ao meu diretor no projeto de voluntariado Milton- pelo convite - e ao meu chefe Marcelo por ter permitido minha ausência nos dois dias em que ocorreu o seminário. Obrigada mesmo!!!!
Neste post não irei relatar o que aconteceu, e sim colocar os itens que abordarei nos próximos posts.
São eles:

  1. Método da corrente crítica
  2. Gestão de projetos, vivendo em um mundo de transformação
  3. Inteligência em Gestão de Riscos
  4. OPM3
  5. O Gerente Líder
  6. Gestão do Conhecimento
Ficou interessado. Leiam os próximos post´s.

[ ]´s e bjos

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Em breve volto

Faz um tempinho que não posto.
Esta semana participei do 8° seminário de gerenciamento de projetos, e em breve compartilharei minha experiência com vocês.
Só peço um pouco de paciência, visto que: "tengo prueba de español" y "test the english".
Sábado apareço com post sobre: gestão do conhecimento, risco em projetos e um debate: o quanto o "de graça " não custa.
Se interessou, então acesse a partir de sábado e confira as novidades.

[ ]´s

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

O líder e o poder de liderar

Saindo um pouco do foco de acessibilidade, e projetos de web. Aproveito para falar hoje de um assunto que está em foco em algumas das principais lista de discussão que participo. O líder nosso de cada equipe.
Segundo o Aulete digital, líder é:

1 Pessoa com autoridade e carisma para comandar outras: O líder da tropa era inflexível.
2 Pessoa que, por seu prestígio e influência, comanda, orienta, incentiva outras em suas atividades: Tornou-se o líder da comunidade.

Como sempre digo, a teoria é linda mas na prática não é assim que ocorre. Quantas vezes fui deparada por colegas de trabalho que sempre reclamavam de seus líderes, pois ao invés de ser uma pessoa motivadora sempre desmotiva e deixava a equipe com aquele peso no final do dia.
Alguns dos problemas na entrega de um bom trabalho é um pouco de responsabilidade dos líderes, uma vez que a falta de apoio o fez pensar: Fazer isso certo para quê? Aquele cara tem que aprender a lição. E por aí vai...

Eu já tive líderes e LÍDERES. O meu líder era uma pessoa que não tinha uma boa comunicação com a equipe, não motivava. Resultado: nossos trabalhos nem sempre eram bons, a equipe era altamente estressada e desunida. Já com o LÍDER podia fazer chuva ou sol, a equipe estava lá pronta para ajudar um ao outro.
Percebe a diferença? Existem pessoas que já nasceram para liderar outras tem que desenvolver - o que não é difícil.

Algumas dicas sobre o mundo da liderança:

1. Tente pelo menos sair um dia para almoçar com sua equipe;
2. Apóie sempre que puder, caso não saiba seja humilde e admita que você não é super-homem;
3. Não seja tão rude. Lembre-se manter a posição de chefe não significa que tem que olhar com cara feia sempre;
4. Leia livros de liderança.

Gente vou ficando por aqui.

Patty