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domingo, 28 de junho de 2009

Desafios

Durante algum tempo quis postar sobre este tema, mas faltava coragem e tempo me fez adiar.

O assunto que irei abordar serve mais para os iniciantes na carreira de projetos assim como eu.
A carreira de projetos além de ser desafiadora é fantástica, porque temos que conhecer não somente a empresa onde trabalhamos, mas também temos que conhecer e confiar em todos em nossa volta.

Criar, sugerir, impor, explicar, reportar e entender são algumas das ações que faz parte da nossa rotina e, é através delas que iremos crescer e se destacar nesta área que ainda não é (re)conhecida como deveria ser.

Quando comecei a tarefa não foi fácil conseguir o apoio das áreas envolvidas, convencer as pessoas do meu potencial e do que era capaz de fazer. Para conseguir a confiança das pessoas tive que trabalhar todos os dias para minha melhora interpessoal e profissional. Creio que alguns já passaram por algo semelhante e devem entender exatamente o que digo.

O importante de todo este processo é ser humilde para aceitar as broncas e dicas das pessoas que estão ao seu redor. Para as pessoas que optaram assim como eu de deixar a área de exatas e passar para humanas o processo de adaptação é um pouco mais complicado, mas no final dá certo.

Dicas importantes:
  • Para conseguir confiança das pessoas, se mostre ser uma pessoa confiável :)
  • Trabalhar com pessoas não é tarefa fácil, visto que estamos trabalhando com mentes e gêneros diferentes do nosso. Saia um pouco da sua caixa e tente entender um pouco o que se passa com a mente alheia.
  • Seja humilde, paciente, e ouvinte.
  • De um passo de cada vez.
  • Peça ajuda quando necessário.

E como dica de leitura, sugiro “O Monge e o Executivo”.

Até a próxima.

P.S

domingo, 30 de novembro de 2008

8° Semiário Internacional de Projetos - Parte I I

Método da corrente crítica

Primeiro dia da palestra. Muitas pessoas - a maioria PMP. Auditório lotado e até que começa a palestra.
Pulmão, é a palavra que mais define o método de corrente crítica, mas vamos ao que interessa.
Vamos começar com uma pergunta bem simples: Qual é a função de um GP em relação aos projetos da casa? Podemos responder de uma forma defensora, mas vamos ser sinceros. Nossa principal função é transformar os projetos em lucro.
Minha análise parece ser um pouco forte, mas não é. Isso discutimos na palestra. Agora você pode estar se perguntando: onde está sendo abordado a corrente crítica neste post.
Então vamos lá... A corrente crítica por muitos gurus é considerada o pulmão do projeto, sendo que o coração são os colaboradores. Porém são poucas pessoas que conseguem visualizar este método como parte importantíssima em um projeto.
Vamos pensar assim: se estamos nos afogando, qual é o nosso primeiro pensamento? Não é chegar à superfície para conseguirmos o ar! Então com um projeto é a mesma coisa. Quando percebemos que todos os recursos estão super-alocados e o prazo está para estourar o que devemos fazer? Temos duas alternativas sempre em mente:

  1. Fazer um crashing
  2. Ou transformar o projeto em 2 fases.

Qual delas é a mais importante: depende da sua necessidade. O método de corrente crítica tem como premissa a estratégia e a tática (estes itens são mais visíveis em escritórios que trabalham com projeto).
O mais importante é entender que o "Critical Chain" nasce de uma necessidade de fazer o melhor para atingir assim os objetivos do projeto.
Cumprir as promessas e entregar um projeto no prazo, são um dos fatores que devem fazer parte do nosso dia-a-dia. É isso que a corrente critica nos ensina, que temos que cuidar do nosso pulmão para que ele respire tranquïlamente e para que nossos corações tenham os batimentos no ritmo sem cargas excedentes.
Se conseguirmos entender a essência, iremos entender o quão importante de se estudar - que particularmente gosto - a corrente crítica que muitas vezes salvam nosso projeto de um afogamento.
Fico por aqui. No próximo post continuo com os ensinamentos de acordo com o meu ponto de vista.

[ ]´s e bjos

obs: corrente crítica não é gerência de tempo.